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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Baleias encalhadas no Brasil


26/10/2010 - 22:47

Vida marinha

Baleia continua encalhada viva em praia de Búzios

2010 já é o ano recorde de encalhes de baleias jubarte na costa brasileira, incluindo a de Búzios, foram 90 até agora. Cientistas ainda estão buscando explicações para o fenômeno

Rafael Corrêa
Banhistas tentam desencalhar uma baleia na praia de Geriba, em Búzios, Rio de Janeiro
Banhistas tentam desencalhar uma baleia na praia de Geriba, em Búzios, Rio de Janeiro (Sergio Moraes/Reuters)
A primeira tentativa de desencalhar uma baleia jubarte de 12 metros e 20 toneladas, com ajuda de um navio rebocador, fracassou nesta terça-feira. O barco não conseguiu se aproximar do animal por causa do relevo acidentado da praia e os profissionais envolvidos no resgate tiveram que amarrar uma corda ao cabo usado para puxar a baleia. A corda não aguentou o peso do animal e se rompeu.

A baleia está encalhada na praia de Geribá, em Búzios, no Rio de Janeiro, desde a manhã de segunda-feira. Uma nova tentativa de resgate será realizada durante a madrugada desta quarta-feira, depois que entrar a maré cheia. “A condição climática, com tempo mais frio e chuva favorece a sobrevivência da baleia. Esperamos que ela esteja bem até amanhã”, disse Milton Marcondes, veterinário e diretor de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte, que está participando do resgate.

Enquanto o resgate não acontece, bombeiros, biólogos e dezenas de voluntários se revezam para cuidar da baleia. Eles mantém o animal molhado com ajuda de mangueiras e grandes pedaços de pano. Se a operação com o rebocador der certo, o animal será levado para além da arrebentação, de forma a evitar que encalhe em outros bancos de areia.

As baleias jubarte empreendem a cada ano uma viagem da Antártida rumo à costa brasileira em busca de águas quentes e rasas para acasalar e dar luz a filhotes. Elas começam a chegar em julho e permanecem até novembro. A jubarte de Búzios, provavelmente, estaria em sua jornada de volta ao continente gelado, mas ainda não se sabe o motivo de ter encalhado. “Ainda estamos tentando descobrir porque o número de encalhes está tão alto este ano”, disse Marcondes.

Acesse o infográfico abaixo para saber mais sobre os encalhes de 2010 e descobrir por que é difícil resgatar uma baleia encalhada.
info-encalhes

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Dor nas costas: causas, prevenção e tratamento

Especialista tira dúvidas sobre dor nas costas
Cerca de 80% da população mundial teve ou terá dores nas costas em algum período de sua vida. Evelin Goldenberg, doutora em reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo e reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein, explica quais são as principais causas das dores, fala sobre os cuidados com postura e os melhores modos para evitar o problema.
Dra. Evelin Goldenberg 

É doutora em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo e coordenadora do programa de pós-graduação em reumatologia do Hospital Israelita Albert Einstein.

*O conteúdo destes vídeos é um serviço de informação e não pode substituir uma consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.


Você também sente ou alguma vez já sentiu dor nas costas? Em caso afirmativo, isto tem ou teve a ver com algumas das causas citadas pela médica?
O que você achou das dicas/recomendações do vídeo?

sábado, 16 de outubro de 2010

Doenças tropicais

Doenças tropicais negligenciadas afetam ‘silenciosamente’ 1 bilhão de pessoas, diz OMS

Aedes aegypti
Dengue não foi controlada na América Latina, diz relatório

Doenças tropicais geralmente negligenciadas, como o mal de Chagas, a lepra, a dengue e a leishmaniose, ainda afetam cerca de 1 bilhão de pessoas em 149 países do mundo, mas de forma “silenciosa”, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

O Brasil é apontado no relatório como tendo incidência da maioria das 17 doenças tropicais listadas, que podem causar problemas como cegueira, úlceras e cicatrizes, dor severa, deformidades e danos em órgãos internos e no desenvolvimento físico e mental do paciente.

O relatório afirma, no entanto, que o controle desses males, mais comuns em áreas rurais e em favelas urbanas, é “viável”.

Recomendações

A OMS pede a continuação da ajuda de empresas farmacêuticas no controle das doenças, recomenda que os sistemas públicos de saúde fiquem atentos a mudanças nos padrões das doenças por conta de fatores climáticos e ambientais e sugere a coordenação entre agentes de saúde pública e agentes veterinários – para controlar a incidência de raiva, por exemplo.

O órgão lista “sucessos” no controle de males, como a erradicação da doença conhecida como “verme da Guiné”, não por conta de vacinas, “mas por educação em saúde e por mudanças comportamentais”.

“Essas doenças debilitantes, às vezes horríveis, são muitas vezes aceitas como parte da vida das pessoas pobres”, diz Margareth Chan, diretora-geral da OMS. “Mas estratégias podem quebrar o ciclo da infecção, da deficiência e da perda de oportunidades que mantém as pessoas na pobreza.”

Brasil e América Latina

O Brasil apresenta incidência de males tropicais como dengue, mal de Chagas, raiva, conjuntivite granulosa, leishmaniose, cisticercose, esquistossomose, tênia, hidática policística e “cegueira dos rios".

O relatório diz que o Brasil vivenciou um aumento nos casos de leishmaniose desde 1999. A doença, antes mais comum nas zonas rurais, “agora também aparece em áreas urbanas”, por conta da migração de pessoas do campo às periferias das cidades.

“No Brasil, os cães são o hospedeiro do parasita” da leishmaniose, que provoca, entre outros problemas, febre, fraqueza e anemia.

No caso da dengue, a OMS afirma que a doença ressurgiu na América Latina porque as medidas de controle não foram mantidas após a campanha para erradicar o Aedes aegypti, seu principal vetor, durante os anos 1960 e 70. “Grandes surtos acontecem atualmente a cada três ou cinco anos”, afirma o relatório.

domingo, 3 de outubro de 2010

É tão gostoso... Que pena!

Café, chocolate a açúcar: entenda porque esses alimentos podem viciar 

Com influência no sistema nervoso central e no sistema límbico, a teobromina e a cafeína podem causar dependência

Aretha Yarak
Vício alimentar (Jupiterimages/Thinkstock)

"A cafeína é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma o endocrinologista João César Castro Soares

Aos seis anos de idade, Ângela Maria Lemos provou, pela primeira vez, a substância que um dia a deixaria viciada. Foi com as primas, tomando leite tirado na hora, que ela aprendeu que café era para a vida toda. No começo, ele ia misturado ao leite quente de vaca. Mas depois de anos de aprendizado, a bebida acabou como a dona do desjejum – e do dia. “Tomo café em jejum, só depois eu como alguma coisa”, afirma. E quando arrisca pular a xícara diária, uma dor de cabeça incômoda atormenta as horas que seguem. “Eu fico indisposta e minha cabeça fica estranha, depois começa a latejar de tanta dor.” Assim como Angela, hoje com 55 anos, milhares de pessoas têm algum tipo de vício em alimento, um mal responsável por sintomas prejudiciais à saúde e ao convívio social. E não é apenas a cafeína que tem efeitos similares aos de um vício. Engrossam a lista as guloseimas preferidas de mulheres com TPM (tensão pré-menstrual) e das crianças: chocolate e açúcar.

Mas, se mesmo podendo viciar, esses alimentos continuam a ser vendidos em qualquer esquina, o motivo é bem simples: os cientistas ainda não chegaram a um consenso sobre eles. O único ponto de acordo é que algumas substâncias podem, sim, causar dependência. Porém, na maioria das vezes, apenas psicológica. “A cafeína, no entanto, tem ação associada ao sistema nervoso central. Ela é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O chocolate e o açúcar, por sua vez, atuam diretamente no sistema límbico (responsável pelas emoções), estimulando a produção de serotonina. Apesar de esses vícios ainda não terem sido equiparados a outros, como o fumo e ao alcoolismo, a falta deles pode provocar sintomas típicos de abstinência – como a impertinente dor de cabeça de Ângela.

Confira abaixo os motivos pelos quais café, chocolate e açúcar podem significar um risco à saúde quando consumidos em demasia.

John Foxx/Thinkstock
Café
 
Café – A cafeína age diretamente no sistema nervoso central. Por ter capacidade de chegar à corrente sanguínea, ela atinge o córtex cerebral exercendo efeitos como redução da fadiga e uma melhora na concentração e na capacidade de pensamento. Entre os sintomas de abstinência da cafeína estão  ador de cabeça, a tremedeira, a tontura, o aumento da ansiedade e a fraqueza. Há estudos, no entanto, que compravam que até quatro xícaras da bebida por dia são benéficas e podem ter ação antioxidante e vasodilatadora. 

Excesso de café: pode aumentar a frequência cardíaca e causar insônia e palpitações.


Stockbyte /Thinkstock
Chocolate
 
Chocolate – A teobromina, uma substância presente neste doce, estimula a produção do neurotransmissor serotonina, que proporciona uma sensação de prazer e bem-estar. “Minha produtividade no trabalho está atrelada ao consumo de chocolate. Se não como, parece que meu cérebro fica sem energia”, conta a advogada Mariana Veiga, 25 anos. De acordo com o endocrinologista Walmir Coutinho, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, existem estudos que apontam que a região do cérebro ativada com o consumo do chocolate é a mesma afetada em um dependente de cocaína. O alimento é tão eficiente em proporcionar prazer (e viciar) que, contam os registros históricos, já foi relacionado com forças ditas malignas. “No século 16, os jesuítas deixaram escrito que a bebida feita de cacau consumida pelos nativos era uma coisa do demônio. Isso porque eles não conseguiam parar de consumi-la, era algo viciante”, conta o endocrinologista João César Castro Soares.


 
Excesso de chocolate: por ser um alimento muito calórico, pode acabar em ganho excessivo de peso e até em obesidade. Há ainda problemas indiretos, como um aumento no risco de desenvolver diabetes e problemas cardíacos.

Jeffrey Hamilton /Thinkstock
Cupcake
 
Açúcar – Festa de aniversário tem bolo. A inclusão de verduras e legumes no prato da criança é recompensada com uma deliciosa sobremesa. Segundo o endocrinologista João César Castro Soares, nossa cultura tem ainda o hábito de gratificar situações de sofrimento e estresse com... um doce. Se o açúcar já era responsável por uma sensação de prazer – associada à produção de serotonina pelo sistema límbico (emocional) -, ele tem ainda um efeito psicológico incutido na educação quando ainda somos crianças. “É quase um antidepressivo, uma cura momentânea para nossas angústias”, diz. De acordo com Soares, os mamíferos em geral, mesmo aqueles que nunca sentiram o gosto doce antes, são estimulados pelo açúcar. “Se você der um pedaço de doce para um cachorro, ele vai ficar agitado e vai querer mais. Isso em função da sensação de prazer que ele sente com esse alimento.”

Excesso de açúcar: além de estimular o ganho de peso e a obesidade, aumenta as chances de se desenvolver diabetes e de aparecimento de cáries. Algumas pessoas apresentam problemas gástricos.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Brasília - 1960 / 2010

 
Madri, 16 set (EFE).- Ao completar 50 anos de vida, Brasília é tema de uma exposição na Espanha, na qual é apresentada sua riqueza cultural por meio da arquitetura inovadora e da moderna paisagem, criação de artistas brasileiros emblemáticos, como Oscar Niemeyer. 


"Brasília, 50 anos: meio século da capital do Brasil" é o resultado da colaboração entre o Ministério da Habitação espanhol, a Embaixada do Brasil e a Fundação Cultural Hispano-Brasileira, e ficará em Madri até 7 de novembro.

Planos arquitetônicos, fotografias artísticas, explicações textuais, projeções e uma grande maquete da cidade, obra do arquiteto Antonio José Pereira de Oliveira, ajudam a formar uma ideia sobre a capital brasileira, a única cidade construída no século XX que é Patrimônio Cultural da Humanidade da Unesco.

Através de cinco grandes blocos temáticos, os visitantes da mostra poderão contemplar o processo de construção e crescimento de Brasília durante seu meio século de história (1960 - 2010).

Entre seus protagonistas não podiam faltar, além de Oscar Niemeyer e de José Pereira, João Facó, cujas fotografias aéreas convidam a voar sobre Brasília; o fotógrafo Marcel Gautherot, encarregado de apresentar as imagens do plano urbanístico original da cidade; ou as de Mário Fontenelle, amigo pessoal do presidente Juscelino Kubitschek.

Sua obra apresenta a atual Brasília, assim como as 34 imagens inéditas de Fabio Colombini, arquiteto e fotógrafo especializado em retratar a beleza e a riqueza da biodiversidade brasileira, e os vídeos sobre o Planalto Central realizados por Ronaldo Duque.

A exposição inclui um espaço dedicado a contar a vida e a obra dos quatro principais protagonistas da criação de Brasília: o presidente brasileiro na época, Juscelino Kubstichek, o urbanista Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e o artista Athos Bulcão. Neste espaço, o visitante poderá interagir e manipular as obras de Bulcão por meio de recursos multimídia.

O diretor da Fundação Cultural Hispano-Brasileira, Rafael López de Andújar, afirmou que a intenção da exposição é apresentar Brasília à Espanha, segundo ele "uma cidade muito pouco conhecida" entre os espanhóis, que quando viajam ao Brasil costumam visitar cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo.

O secretário-geral do Ministério da Habitação, Javier Ramos, lembrou que a exposição, qualificada por ele de "surpreendente", percorrerá, na sequência, Lisboa, Milão e Munique.

A curadora da mostra, Daniele Rocha, afirmou que Brasília é hoje uma cidade "símbolo do crescimento e da modernidade", e expressou o desejo de que brasileiros e espanhóis troquem experiências culturais, destacando entre os grandes projetos urbanísticos construídos ultimamente na Espanha o terminal T-4 do aeroporto de Barajas e a ampliação dos museus do Prado e Rainha Sofia.

As obras de Brasília começaram em 1958, sob a orientação do urbanista Lúcio Costa, que concebeu a nova capital do Brasil a partir de um triângulo equilátero, e dirigiu um projeto que durou cerca de quatro anos, rompendo barreiras políticas e geográficas. Agência EFE

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O português no turismo francês

Turismo

Lojas de Paris atendem turistas brasileiros em português

Compras de brasileiros na França aumentaram 5,1% no ano passado

De olho na nova demanda, empresas de franceses e de brasileiros começam a oferecer serviços em português para atrair clientes.

Destino mais procurado por turistas, à frente dos Estados Unidos e da Espanha, a França está se adaptando aos poucos à mudança progressiva no perfil de seus visitantes. Além de continuar acolhendo milhões de europeus, americanos, japoneses e árabes, Paris agora está aprendendo a lidar com novos perfis de turistas, os oriundos de países emergentes, como China e Brasil.

O número de turistas brasileiros cresceu 10% no último verão. E, de acordo com um relatório da Global Refund, as compras de brasileiros na França aumentaram 5,1% no ano passado, atingindo 37,8 milhões de euros. De olho na nova demanda, empresas de franceses e de brasileiros começam a oferecer serviços em português para atrair clientes. Um dos recursos já utilizados é empregar funcionários de origem portuguesa, uma colônia forte em Paris desde os anos 70, ou contar com franceses ou brasileiros bilíngues.

Na hotelaria, as opções são variadas. Em um dos grandes hotéis cinco estrelas da capital, o George V, o português já aparece como uma das línguas faladas habitualmente pelos funcionários, ao lado do árabe e do japonês. A mesma estratégia também pode ser encontrada no comércio. Situada na Rue de Rivoli, bem em frente ao Museu do Louvre, a Benlux, loja de cosméticos fundada em 1959 por monsieur Benedek, descobriu há décadas o filão dos turistas. Dos 150 funcionários, 10% são brasileiros, uma forma de garantir a boa comunicação.
(Com Agência Estado)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Lar doce Lar


Assita ao vídeo e faça os exercícios correspondentes.

sábado, 5 de junho de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

Índios

Reprodução

Índios no Brasil

Relacionamento complexo de duas civilizações

Por ocasião da chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, em 22 de abril de 1500, estima-se que o território brasileiro foi habitado por 5 milhões de índios. Em sua imensa maioria pertenciam às nações tupi - que predominavam no litoral, do Ceará a Cananéia (SP) - e guarani, que viviam no litoral sul e também no interior, em especial nas bacias dos rios Paraná e Paraguai.

Índia retratada por Albert Eckhout (século 17)

Ditados Interativos - UOL Educação

Cada ditado tem 5 palavras. 
Para cada uma, há 3 tentativas. 
[o áudio é perfeito]


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Copa de 2010


  • Quem são os seus favoritos para a COPA de 2010? Por quê? 
  • Qual é o seu "time do coração"?

sábado, 29 de maio de 2010

Amigãozão

Música - Você só...mente


Assistam ao vídeo no youtube para fazer o respectivo exercício.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Candomblé

Entre no site da Federação Internacional Afro-Brasileira e saiba mais um pouco sobre a nossa diversidade cultural:

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